Orientação para pais e responsáveis

Antes de dar um nome ao comportamento, vale entendê-lo.

Esquecimentos frequentes, tarefas que não terminam e reações intensas podem ter diferentes explicações. Uma conversa cuidadosa ajuda a decidir o que merece ser investigado, sem rotular seu filho à distância.

O primeiro contato é com o responsável, pelo WhatsApp.

Um olhar antes do rótulo
O que está acontecendo?Observar com cuidado abre espaço para entender.
Frequência
Contexto
Impacto

O comportamento é um ponto de partida para uma conversa.

Leandro Sola BernardinoCRP 06/95407Atuação clínica desde 2008Primeiro contato pelo WhatsApp

O que chama atenção em casa

Quando as mesmas dificuldades se repetem, bronca e rótulo explicam pouco.

Antes de concluir que falta vontade, educação ou limite, vale olhar para o contexto em que isso acontece. Observar o padrão é um primeiro passo; compreender sua causa pode pedir avaliação profissional.

01

Esquece com frequência

O que parecia resolvido volta a acontecer, mesmo depois de combinados e lembretes.

02

Começa e não termina

Organizar uma tarefa e levá-la até o fim se torna um desafio recorrente.

03

Reage de forma intensa

Impulsividade e respostas emocionais merecem atenção ao contexto em que aparecem.

Essas observações não identificam, por si só, uma condição clínica.

Sobre TDAH e outras possibilidades

Uma dificuldade observada não é um diagnóstico.

TDAH pode ser uma das possibilidades quando atenção, organização e autorregulação geram dificuldades persistentes. Também podem existir outras explicações. Um vídeo ou uma lista de sinais não substitui uma avaliação.

O caminho começa por compreender o que acontece, em quais situações e há quanto tempo. A partir dessa conversa, Leandro pode orientar se uma avaliação faz sentido e quais seriam os próximos passos.

Um passo de cada vez

Da preocupação dos pais a uma conversa mais clara.

O objetivo do primeiro contato é ouvir a preocupação do responsável e entender o contexto, sem prometer diagnóstico ou uma solução pronta para o comportamento da criança.

  1. 01

    Conte o que preocupa

    No WhatsApp, você pode pedir uma conversa sobre avaliação. Não precisa enviar detalhes íntimos da criança na primeira mensagem.

  2. 02

    Situamos o contexto

    Leandro considera frequência, situações em que a dificuldade aparece e o que já foi observado pela família.

  3. 03

    Definimos próximos passos

    Se houver indicação, ele explica como uma avaliação pode ser conduzida e qual formato é adequado ao caso.

Leandro Sola, psicólogo clínico

Quem conduz

Leandro Sola

Psicólogo clínico, CRP 06/95407, em atuação desde 2008. Sua condução reúne acolhimento e trabalho clínico estruturado, com atenção à singularidade de cada caso.

Tem pós-graduação pela USP em Psicopatologia e Terapia Cognitivo-Comportamental e formação em Terapia do Esquema.

Antes de entrar em contato

Dúvidas frequentes

Esses comportamentos significam que meu filho tem TDAH?

Não. Esquecimento, desorganização ou reações intensas não fecham um diagnóstico. Eles são motivos possíveis para buscar uma conversa e, se indicado, uma avaliação.

A avaliação é feita pela internet?

O primeiro contato é pelo WhatsApp. Leandro explica o formato adequado de uma eventual avaliação depois de entender o contexto; a página não define uma modalidade única para todos os casos.

Preciso contar a história toda no WhatsApp?

Não. Uma mensagem breve dizendo que você gostaria de conversar sobre avaliação é suficiente para iniciar o contato. Informações sensíveis podem ser tratadas no contexto profissional apropriado.

Quanto custa?

O valor depende do serviço indicado e é apresentado antes de qualquer agendamento.

Entender antes de rotular

Você pode começar com uma conversa.

Fale com Leandro para entender se uma avaliação faz sentido para o seu filho.

Conversar sobre avaliação